domingo, 24 de janeiro de 2010

Amores platônicos não são bons para a saúde


Este post é especialmente válido para as pessoas sem assunto, esteticamente desfavorecidas, old fashion, tímidas e reclusas em seus quartos a maior parte do tempo, que nem um rato em seu buraco (é válido também para os bonitinhos que passem por situações semelhantes, se bem que vocês podem resolver isso de forma bem mais simples). A coisa é o seguinte : todo mundo teve, tem ou terá um amor platônico na vida. Sabe aquela pessoa linda da sua sala, escritório, cela de prisão, etc, pela qual você nutre um desejo incontrolável de beijar? Sabe? Sabe sim. Vamos lá. Busque na memória. Essas pessoas são facilmente reconhecidas quando retrocedemos no tempo usando nossa imaginção, pois geralmente a imagem de seus rostos vem acompanhada de um forte sentimento de frustação. Agora se lembra, não é?
Pois bem, essa fase da vida é muito válida e digna até no máximo uns quinze anos de idade, dependendo da idade mental da pessoa. O problema começa quando a porcaria se inicia lá pelo final da adolescência. É uma completa desgraça. Por motivos que ainda tento ententer, pessoas nesta faixa etária (17-23 anos mais ou menos) conseguem reunir o que há de pior da etapa anterior (adolescência) e da posterior (adulta): a infantilidade e a escrotice da adolescência; a arrrogância e o desprezo da idade adulta. Incrivel. Bela quimera satânca se forma com um ser humano nesta fase. E onde está você nisso tudo? No meio do furacão, gostando de alguém que muito provavelmente dá o mesmo valor para a sua existência o que dá à de uma lesma, convivendo com pessoas até legais de papo, mas com as quais (algumas) você não pode compartilhar nada do que está sentindo pois o lado pirralho começa a falar mais alto e na próxima semana você é a chacota da turma, etc, etc. Bela merda de situação você se meteu, hein?
Mas não. Você ainda tem esperanças. Para não entrar em parafuso, começa a fantasiar situações as mais variadas possíveis. Encontros casuais, você salvando a vida da pessoa e até mesmo situações sobrenaturais permeiam essa sua mente nerd em tais momentos. De duas, uma: ou você cria uma situação na qual a pessoa fica impressionada positivamente com você (ex: um ato heróico, uma eloquência exacerbada,etc) ou negativamente (ex: ela posta de escanteio e você rodeado de pessoas legais, rindo, se divertindo, bem à moda novela adolescente). Ah, fazer a linha Amelie Poulain na vida sentimental nunca foi tão excêntrico como agora no século XXI!
E como é o final desta história? Você vence a timidez e vai buscar a pessoa querida e descobre que ela de certa forma é tão retardada como você e que também nutre um sentimento recíproco? Não, meu feio. Você sabe muito bem como isso termina: você completamente frustado, pensando que nem mesmo a lombriga do seu intestino gosta de você, com várias horas, dias, semanas e até anos(!) perdidos e o pior, sem a pessoa do seu lado. Porque basta você vê-la dando um simples abraço fraterna l(será que é somente fraternal mesmo? O tempo dirá...) em alguém com mais intimidade que você para o seu dia ficar um lixo. Falei alguma mentira até agora? Creio que não.
Mas ainda há luz. Sim. Basta você descobrir onde ela está. Ah, e quando descobrir, me avise para que eu possa sair deste mar de merda também. Ok?

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010


Da esquerda para direita: Júnior, PREDADOR e Mario

Ter um animal de estimação em casa é realmente uma coisa fantástica. Pelo menos se fosse vive como as pessoas da novela das oito (ou seria melhor dizer das nove?), que estão sempre sorrindo, caminhando pelo calçadão do Leblon com um fundo musical mais-que-batido de bossa nova e que não tiram a maquiagem nem para dormir(convenhamos, Manoel Carlos, isso já está ficando uó!).
Na vida real a coisa é bem diferente, mas não necessariamente ruim. Um animal em casa implica em no mínimo três coisas: higiene, carinho e atenção. Higiene porque como pessoas civilizadas que somos ( eu espero!), não queremos viver num ambiente regado a merda e mijo de animais (muito menos os nossos). Também não queremos que a pele de nossos cachorros, bichanos, furões, ramsters, etc, não se torne motel de pulgas e carrapatos. Carinho porque aquilo que está com você não é um bicho de pelucia, mas sim um ser vivo, que precisa receber afeto e atividades além de comida e água.Atenção porque seu animal provavelmente passará por problemas parecidos com os seus (oh sim!). Meu cachorro mesmo está com incontinência urinária por causa da idade e terá que usar fraldas.


passear com seu animal sempre é uma boa ideia =)

Bjmeliguem!